LEGNANI, MUCZYNSKI, PFREITER, GISMONTI, BARRIOS, BEASER
Preço: R$ 40,00 (incluso coquetel)
Programa:
Luigi LEGNANI
Duetto Concertante, op.23
– allegro maestoso
– tema con variazioni
– allegro scherzoso
Robert MUCZYNSKI (flauta solo)
Tres Prelúdios para flauta solo, op.18
– allegro
– andante molto
– allegro molto
Augustinus Franz KROPFREITER
Tanz-Ballade (Dança-Balada)
Egberto GISMONTI
Dois movimentos da suite “Retratos”
– Choro
– Valsa
2° parte:
Agustin BARRIOS (violão solo)
Tua Imagen
País de Abanico
Danza Paraguaya
Robert BEASER
Mountain Songs
– Barbara Allen
– The House Carpenter
– He’s Gone Away
– Hush You Bye
– Cindy
FABIO ZANON
Fabio Zanon é internacionalmente reconhecido como uma das estrelas do violão clássico. Seu amplo repertório, seus projetos inovadores, bem como sua diversificada atividade como regente, professor, escritor e comunicador têm contribuído para ampliar a presença do violão no universo da música clássica. Em novembro de 2010 ele recebeu o Prêmio Bravo! de Melhor CD Erudito do Ano por sua gravação da obra de Villa-Lobos pela Biscoito Fino, e foi indicado para o prêmio Artista Prime do Ano.
Seu mais recente CD, com a estréia mundial do Concerto para Violão e Orquestra de Francis Hime, onde toca acompanhado pela Orquestra Sinfonica de São Paulo regida por Alondra de la Parra, foi recentemente indicado para o Grammy Latino na categoria Melhor CD de Música Clássica.
Como solista, ele tem se apresentado em algumas das salas mais importantes como o Royal Festival Hall em Londres, o Carnegie Hall em Nova York, o Philharmonie de São Petersburgo, a Sala Tchaikovsky em Moscou e o Concertgebouw de Amsterdam e é convidado freqüente dos maiores festivais em quatro continentes. Como solista orquestral, além de tocar o repertório tradicional em todo o mundo, ele estreou, nos últimos anos, várias obras contemporâneas e integrou ao repertório regular várias obras-primas esquecidas.
Sua atividade como camerista cobre um amplo espectro que vai do mais tradicional ao mais inusitado. Sua estréia como regente de ópera, em 2006, foi escolhida como melhor espetáculo musical do ano pela revista Veja São Paulo. De 2006 a 2008 escreveu e apresentou o programa O Violão Brasileiro na Cultura FM, uma série de 150 programas que já é considerada um marco no estudo do instrumento no Brasil e adotada até como material didático.
Como professor, já ministrou cursos em todas as mais importantes escolas, da Juilliard em Nova York ao Conservatório Gnessin de Moscou. Desde 2008 é Professor Visitante da Royal Academy of Music de Londres, um posto ocupado por músicos da estatura de Maxim Vengerov e Kiri Te Kanawa, onde atende à elite internacional dos estudantes de violão.
Fabio Zanon estudou com seu pai e com o professor Antonio Guedes em sua cidade natal, Jundiaí. Mais tarde se aperfeiçoou com Henrique Pinto e Edelton Gloeden. Em 1990 mudou-se para a Inglaterra, estudou na Royal Academy of Music com Michael Lewin e participou dos master classes de Julian Bream.
Apesar de ser avesso à competição, sua carreira teve um significativo impulso ao vencer, em 1996, dois dentre os maiores concursos internacionais de violão, o Concurso Tarrega na Espanha e o GFA nos EUA, num espaço de poucas semanas. Desde então ele tem feito turnês anuais na Europa e América do Norte e já se apresentou em mais de 40 países. Em 97 ele foi agraciado com o Prêmio Moinho Santista e em 2005 com o Prêmio Carlos Gomes.
Fábio Zanon é autor do livro Folha Explica: Villa-Lobos.
MARCELO BARBOZA
O flautista Marcelo Barboza é igualmente respeitado pela solidez de seu trabalho orquestral e pela versatilidade como solista e camerista. Iniciou seus estudos musicais aos sete anos de idade, e seus professores de flauta foram Mikhail Malt, Jean Noel Saghaard e Antônio Carlos Carrasqueira na USP, onde se formou Bacharel. Completou seus estudos de Especialização e Mestrado na Royal Academy of Music e na University of London, na Inglaterra, tendo estudado com William Bennett, Sebastian Bell, Richard Taylor e Lisa Beznosiuk (flauta barroca).
De volta ao Brasil, foi flautista co-principal da OSESP de 1994 a 2002; ao mesmo tempo, desenvolveu uma sólida reputação na Europa, pontuada por gravações para o selo britânico Meridian Records e Dacapo (Dinamarca) . Em 2000, em concerto em comemoração aos 500 anos do descobrimento do Brasil, realizou a estréia mundial do concerto para flauta e orquestra do compositor Edmundo Villani Côrtes, como solista da Covent Garden Chamber Orchestra, na tradicional St. John’s Smith Square, em Londres. Fez sua estréia no Wigmore Hall em outubro de 2003, com grande sucesso de público e crítica, o que lhe proporcionou o retorno a esta importante sala de concertos em setembro de 2005, em recital com a pianista Clélia Iruzun.
Entre os maestros com os quais já colaborou estão Sir Colin Davies, Mark Helder, Martin Sieghard, Simon Rattle, e como solista trabalhou com Collin Metters, Theo Kapspoulos, Richard Markson, Eleazar de Carvalho, Jamil Maluf, entre outros. Atuou na Ópera Real de Estocolmo, Orquestra de Câmara de Odense e na Carl Nielsen Filarmônica, com a qual realizou turnê pela Escandinávia como primeira-flauta.
Suas atividades pedagógicas já o levaram a realizar concertos e ministrar Masterclasses nas Academias de Estocolmo, Piteå e Odense, e atuar como professor nos Cursos Internacionais de Brasília, e no festival Virtuosi .
Marcelo tem a seu crédito inúmeras estréias de composições contemporâneas e tem cultivado sólidas parcerias em música de câmara, especialmente com o quarteto de Cordas da Cidade de São Paulo, o violonista Fábio Zanon, com quem tem tocado e gravado extensivamente no Brasil e Europa, além do o Duo com a pianista Clélia Iruzun, com quem gravou na Inglaterra o CD Golden Years, e com quem excursioná pela China em 2009. Marcelo sempre mostrou uma grande versatilidade técnica na combinação de diferentes instrumentos como Flauta Alto, Piccolo e Traverso Barroco, e um vasto repertório de estilos contrastantes. Seu estilo alia esta versatilidade com uma imensa facilidade de expressão e comunicação com o público.
Regressou a São Paulo no início de 2006 para assumir o posto de primeira flauta da Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal. Além deste trabalho, atua como primeira-flauta da Orquestra Sinfônica de São José dos Campos e da Bachiana Chamber Orchestra, com a qual se apresentou com sucesso no Carnegie Hall de Nova Iorque em maio de 2008. Atualmente está no programa de doutorado em práticas interpretativas do IAR-UNICAMP.





